domingo, 9 de junho de 2013

Comemore seus poucos e meros anos. Afinal, quem mais pode acreditar em você do que sua própria mediocridade em continuar se esforçando pelo que não é?
A fé  pode ser confundida pela incapacidade de abandonar o que você não quer enxergar que está perdido. Você se molesta todos os dias. Sofre abusos de seus próprios pensamentos. É assediado pelas suas vontades e desejos. Mais nada pode alcançar sua decisão de não desistir, NUNCA!

Diariamente você se coloca numa luta consigo, na batalha de uma guerra sem fim. Sabe-se da sua capacidade de dividir-se entre o certo e o errado, entre o que você julga ser racional e emocional. Não importa os fatos, você segue um instinto baseado numa fé categórica. Oh! Má fé não cabe aqui. Você se esforça para não enxergar todos os verdadeiros fatos, estes que estão na sua frente. Mas não importa, é tudo ilusório, tudo que se apresenta em matéria é pouco demais para trazer a tona uma verdade que (in)existe.

Nós somos frutos de sentimentos de liquidificador, confundido com uma farsa da felicidade plena, que está a espera de todos nós.
Comumente eu sou convergida a acreditar que tudo que eu faço é em prol da busca da perfeição da minha vida, guardado qualquer fato estranho (quiçá exótico).

Mas toda essa conversa louca é uma forma de transformar meus verdadeiros sentimentos em enigma, fazendo o leitor outro maluco, interpretando verdades aleatórias. Sou eu, incapaz de assumir meus próprios sentimentos ou verdades?!