Meu mundo sempre desaba quando eu vou até o topo,
Mas ele se ergue a cada olhar que encontro, profundo e singular.
Minha capacidade de desmoronar, me impressiona, como minha capacidade de me reerguer...
Minha capacidade de sonhar me impressiona, tal como minha habilidade de entristecer.
Mas os caminhos se perpetuam no mesmo sentido, na mesma direção, por mais que eles se curvem, eles só têm um destino.
Será que posso confiar na minha intuição, ou na minha razão? Ambas falham... Como eu hei de falhar.
Pois nada é completamente vago, sereno, pleno, completo, superficial, perfeito, falho, falso, verdadeiro, bom, mal...
Constituo cada parte que parece fragmentada, por vezes, quando não posso chorar, quando não posso falar, não posso sentir, sofrer, ter, ser...
O meu impulso de sobrevivência carrega a vontade de evaporar naqueles momentos intensos, plenos e felizes...
E a cada passo, nada parece ter sentido, quando o sentido se esvai.
Eu sei, sou carne e alma...
Sou amor e ódio...
Cabeça e mente...
Coração e sangue.
Subo à maneira que consigo escalar, mas posso vê-lo lá de cima, e se permitir, irei me jogar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário